quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

sábado, 4 de novembro de 2023

sábado, 7 de outubro de 2023

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

segunda-feira, 18 de setembro de 2023

18/08

Dia dezoito,

aquele gosto.

Mês oito,

este agosto.

Dia, Mês e Ano

do desgosto?!

Já é 18 de setembro. 

.?.

CaPetró

sábado, 16 de setembro de 2023

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

sexta-feira, 8 de setembro de 2023

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Dos conceitos elementares

Chove lá fora,

Respinga aqui dentro.

Se água é sentimento,

O vento é psicólogo:

Le/ava-me.

.?.

CaPetró


sábado, 2 de setembro de 2023

Quando o preço é valor

 


O preço é alto:

solidão acompanhada

ou

acompanhada pela solidão...

.?.

CaPetró

quinta-feira, 31 de agosto de 2023

Secos & molhados

Sentir profundamente

E não conseguir chorar:

Eis um profundo sentir.

.?.

CaPetró 

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Da dualidade

 - Eu não sou assim.

- Mas eu também sou você.

- Eu sou você?!

- Você também sou eu...

.?.

CaPetró

sábado, 29 de julho de 2023

Por encomenda

Se quer poesia,

faça!

Ou venha buscar...

.?.

CaPetró

terça-feira, 25 de julho de 2023

(i)responsabilidades

Pra tudo tem

uma primeira vez

até mesmo pro que

nem vez deveria ter

.?.

Me Perdoe, Sinto Muito, Sou Gra...nde, mas agora estou pequena - talvez um dia eu passe por todas as etapas. Talvez, numa próxima vez.

CaPetró 

sábado, 22 de julho de 2023

IN)( PUBLICÁVEL

 Esses dias-

a noite-

um poema apareceu.

Impublicável,

ficou preso no céu

da boca

Disponível na ponta

da língua

entre o meu corpo

e o teu.


.?.

CaPetró

sábado, 8 de julho de 2023

Só sabem o que pensam saber

"É homem ou é muiié?"

"É homem ou é muié?!"

Se perguntavam.

E eu respondia em silêncio:

Eu sou a tua dúvida. 

CaPetró


sexta-feira, 7 de julho de 2023

Maquinalgente

Da insônia da noite

ficaram duas palavras:

automático e manual.

Era sobre escrita,

se tornou escrito,

em uma máquina

à mão

sem instrução.

CaPetró

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

.?.

meus escritos andam
espalhados por aí
em diferentes corpos
presos em mim
não tem dono
mesmo que tenham endereço:
pertencem a quem ler
e for lido
eles não pertencem:
existem

CaPetró

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

"Desculpe o atraso, fiquei preso num poema"

Poema, essa prisão sem grades:
prende a rima, a poeta, a musa.
Chega e vai embora
Atrasa quem escreve e quem lê
Mas atraso poético é perdoado
Que o tempo sábio, sabe
de como o poema 
(como os sentimentos)
não tem horário
Nasce e não quer morrer:
então é anotar
e ficar lendo...
Ainda que isso atrase a vida.
É isso!
A prisão é sua forma de viver...
[e de nos libertar]

.?.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Do primavera [ou sobre a continuação do inverno ou ainda o atraso do verão]

E as tantas lágrimas que caíram
Hão de regar o solo das muitas flores
que no inverno plantei e adubei
com os poucos restos de outros amores

A primavera está chegando bem devagarinho
atrasada, pela data do calendário
Mas assim seu término terá o fim adiado
E o amor poderá se tornar diário

Diário, até a próxima estação
Que não tem dia, nem horário
Tampouco tempo de duração

E o (giras)sol vai nascendo (vem-vindo)
na carona do canto dos passarinhos
e ao chegar, vai ficando(...bem-vindo!)

.?.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Da Biografia ou apenas reflexões poéticas das teorias na pós-graduação

Caminhava em linha reta
como se houvesse um caminho
e as placas, como setas
traçavam algo como um destino

Mas e a vida tem história?
Existe história de uma vida?
as perguntas, como reticências
interrogam a própria lida...

Nas vivências (auto)biográficas
há muita coerência falada
mas nem sempre vivida

E a trajetória biografada de um vivo-morto
é morto-vivo: inicia quando finda 
Cadáver agindo como corpo, que ainda respira.

.?.